Maio 21, 2018
TURISMO

TURISMO (4)

Planejávamos uma viagem de mochileiros para a Europa com um casal de amigos quando o dólar disparou e beirava os 4 reais. Com isso, mudamos de planos e decidimos desbravar um continente quase vizinho nosso porém ainda pouco visitado por brasileiros: a América Central. A grande vantagem da América Central é que além da proximidade com a América do Sul, você pode percorrer via terrestre todos os países em uma viagem só! Isso nos motivou bastante, então a primeira ideia foi alugarmos um carro para rodarmos o continente de ponta a ponta.

O primeiro banho de água fria veio quando fomos procurar empresas de aluguel de carro e nenhuma aceitava que entregássemos o veículo em um país diferente da origem. Foi então que percebemos que apesar de acharmos que a América Central fosse uma coisa só, cada país tem suas regras e podem ser bem diferentes uns dos outros. Quando pesquisamos outros viajantes que fizeram esse roteiro, a maioria levava o próprio veículo, mas para nós isso demandaria ainda mais tempo e uma estrutura que não tínhamos. Logo, o jeito foi optarmos pelo bom e tradicional ÔNIBUS!

O segundo banho de água fria foi quando começamos a pesquisar sobre empresas de ônibus, preços e itinerários. A única que achamos foi a Tica Bus, onde quase chegamos a comprar todas as passagens dos nossos percursos, porém ela não percorre todos os países e o site apresentava problemas na hora de selecionar as passagens. Então, o jeito foi irmos somente com as passagens aéreas e deixarmos para localizar as empresas in loco.

Obviamente ficamos muito inseguros e preocupados, pois tínhamos um roteiro a cumprir num prazo de 25 dias e com um orçamento limitado (compramos o dólar a R$3,97!) e a ausência de outros roteiros como este que tivesse sido feito por outros viajantes só nos preocupava ainda mais. Mas aventura é isso mesmo, e era de um desafio assim que estávamos precisando.

Diferente da maioria dos turistas da América Central, decidimos começar do norte para o sul, ou seja, ir descendo. Isso porque, também diferente da maioria, incluímos Belize no roteiro, e de todos os países este era o mais obscuro para nós (nos posts seguintes vamos detalhar mais sobre as particularidades de cada país). Então, nossa viagem começou indo direto de avião para Belize e voltando pelo Panamá, com direito a apenas um trecho aéreo a mais (San José/Cidade do Panamá).

E foi assim, com mochila nas costas e com uma sensação de estarmos indo com os olhos vendados, começamos a nossa saga que durou 25 dias, por 7 países e quase 30 paradas, que serão descritos em posts posteriores sobre cada país.

Bruna Orellana

Planejávamos uma viagem de mochileiros para a Europa com um casal de amigos quando o dólar disparou e beirava os 4 reais. Com isso, mudamos de planos e decidimos desbravar um continente quase vizinho nosso porém ainda pouco visitado por brasileiros: a América Central. A grande vantagem da América Central é que além da proximidade com a América do Sul, você pode percorrer via terrestre todos os países em uma viagem só! Isso nos motivou bastante, então a primeira ideia foi alugarmos um carro para rodarmos o continente de ponta a ponta.

O primeiro banho de água fria veio quando fomos procurar empresas de aluguel de carro e nenhuma aceitava que entregássemos o veículo em um país diferente da origem. Foi então que percebemos que apesar de acharmos que a América Central fosse uma coisa só, cada país tem suas regras e podem ser bem diferentes uns dos outros. Quando pesquisamos outros viajantes que fizeram esse roteiro, a maioria levava o próprio veículo, mas para nós isso demandaria ainda mais tempo e uma estrutura que não tínhamos. Logo, o jeito foi optarmos pelo bom e tradicional ÔNIBUS!

O segundo banho de água fria foi quando começamos a pesquisar sobre empresas de ônibus, preços e itinerários. A única que achamos foi a Tica Bus, onde quase chegamos a comprar todas as passagens dos nossos percursos, porém ela não percorre todos os países e o site apresentava problemas na hora de selecionar as passagens. Então, o jeito foi irmos somente com as passagens aéreas e deixarmos para localizar as empresas in loco.

Obviamente ficamos muito inseguros e preocupados, pois tínhamos um roteiro a cumprir num prazo de 25 dias e com um orçamento limitado (compramos o dólar a R$3,97!) e a ausência de outros roteiros como este que tivesse sido feito por outros viajantes só nos preocupava ainda mais. Mas aventura é isso mesmo, e era de um desafio assim que estávamos precisando.

Diferente da maioria dos turistas da América Central, decidimos começar do norte para o sul, ou seja, ir descendo. Isso porque, também diferente da maioria, incluímos Belize no roteiro, e de todos os países este era o mais obscuro para nós (nos posts seguintes vamos detalhar mais sobre as particularidades de cada país). Então, nossa viagem começou indo direto de avião para Belize e voltando pelo Panamá, com direito a apenas um trecho aéreo a mais (San José/Cidade do Panamá).

E foi assim, com mochila nas costas e com uma sensação de estarmos indo com os olhos vendados, começamos a nossa saga que durou 25 dias, por 7 países e quase 30 paradas, que serão descritos em posts posteriores sobre cada país.

Bruna Orellana

 

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PORTAL DO VENTO.

O Quiosque mais novo do Parque Marlindo Serrano, surgiu para oferecer as melhores opções do artesanato amapaense, sem contar com ums lanchinhos, tiragotos e sucos regionais.

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MACAPÁ – CITY-TOUR BELEZAS TUCUJUS

Após café da manhã saída para city-tour. Visita a FORTALEZA DE SÃO JOSÉ DE MACAPÁ, um monumento localizado as margens do Rio Amazonas; é a maior referência histórica cultural do Amapá. Foi erguida pelas mãos de negros e índios, escravos da colonização portuguesa. É Patrimônio histórico cultural Nacional tombado em 1950, pelo IPHAN. Foi eleita uma das sete maravilhas do Brasil;

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MONUMENTO MARCO ZERO DO EQUADOR. Macapá é a única capital do Brasil cortada pela linha imaginária do Equador, onde divide a Terra em dois hemisférios. É nesse local que se é possível a contemplação do fenômeno natural "equinócio", que acontece nos dias 21 ou 22 de março e 22 ou 23 de setembro, foi construído um "Relógio de Sol". O Monumento Marco Zero também possui no seu terraço um espaço para shows, além de salão para exposições, bar e lanchonete e lojas para venda de produtos locais; CASA DO ARTESÃO é o maior centro de artesanato amapaense, possibilita a exposição e a comercialização de trabalhos dos artesãos locais e indígenas.

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   O Museu Sacaca (oficialmente, Centro de Pesquisas Museológicas Museu Sacaca) é uma instituição cultural e científica localizada na cidade de Macapá, capital do estado brasileiro do Amapá. É subordinado ao Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), órgão público responsável por fomentar e divulgar a produção científica e tecnológica local. Está sediado em uma extensa área de aproximadamente 12 mil metros quadrados, no bairro do Trem.

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RIVER TOUR/ PASSEIO PELO Rio Amazonas.

Após café da manhã, saída para o Igarapé da Fortaleza, distante de Macapá 13 km. De lá partiremos em um passeio fluvial pelo maior rio do mundo, o Amazonas. Faremos contato com a população ribeirinha, conhecendo seus costumes e tradições, perpassando pelo antigo cais flutuante da ICOMI, Ilha de Santana, Ruínas do Forte Curiaú, Porto de Santana, além de desfrutar de uma caminhada pela floresta amazônica contemplando sua beleza cênica, em uma paisagem deslumbrante, composta em sua grande maioria por açaizais e buritizais em harmonia com a multiplicidade de animais que formam a fauna amazônica, com parada para almoço na Ilha de Santana, praia do recanto da Aldeia as margens do Rio Amazonas. Almoço Regional Restaurante Recanto da Aldeia.

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Praia Recanto da Aldeia

 

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Prato típico caldeirada de filhote no Restaurante Recanto da Aldeia

 

 

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 Samaúma pode chegar a mais de 70 Metros

 

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Passeio em um barco regional chamado "catraia"

 

 

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Excursão Mazagão Velho

Mazagão é um município brasileiro no sul do estado do Amapá. A população estimada em 2014 era de 19 157 habitantes5 e a área é de 13 131 km², o que resulta numa densidade demográfica de 1,42708 hab/km².Seus limites são Pedra Branca do Amapari e Porto Grande a norte, Santana a nordeste, a foz do rio Amazonas a sudeste, Vitória do Jari a sul e Laranjal do Jari a oeste.

1770: a fundação de Nova Mazagão, hoje Mazagão Velho

Em 1770 uma área às margens do rio Mutuacá, no moderno Estado do Amapá, foi escolhida para receber a população da então possessão portuguesa de Mazagão, em Marrocos, abandonada por ordem do Marquês de Pombal. O plano urbanístico da nova cidade ficou a cargo do arq. italiano Domingo Sambucetti. Um total de 340 famílias, algumas com escravos, chegaram a cidade de Belém em 1770 e em 1773 foram para Nova Mazagão.

Festividade de são gonçalo

Festividades de São Gonçalo

igreja de nsra assussão

Nossa Senhora Da Assunção

 

–Observação dos Botos RIO MATAPI E PIRATIVA

Os botos são os primos dos golfinhos. Na prática, os botos são os golfinhos dos rios, já que golfinhos vivem no mar. E pelo mundo afora é grande o poder de atrair a atenção de turistas. Na Amazônia, é grande a procura pela observação dos botos e agora temos um passeio regular para a contemplação deste seres especiais, carismáticos, brincalhões e muito espertos. Um desses santuários de Botos amazônicos, fica bem na Foz do Rio Pirativa, na margem direita do Rio Matapi afluente do Rio Amazonas, no município de Santana. Almoço regional na Flora Restaurante.

CAMPANHA RPPN REVECOM 2017

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Esta visita guiada tem como objetivo disponibilizar informações sobre a Reserva Particular do Patrimônio Natural REVECOM – RPPN REVECOM e mostrar a sua importância na conservação e preservação das espécies, para todos os visitantes em especial os alunos das escolas particulares e públicas.

No programa desta visita, também estaremos destacando os animais nativos da região amazônica e a Mata Amazônica Estuarina e seus componentes constituintes: o cerrado, a mata de terra firme e a mata de várzea. A Trilha Maracá II foi construída acompanhando uns dos braços do Igarapé da Mangueirinha cuja micro bacia é intrínseca ao espaço geográfico que compõe a RPPN REVECOM. Ela inicia numa das cabeceiras e termina na foz onde o igarapé deságua no Rio Amazonas.

Com relação aos animais selvagens in situ (dentro da floresta) e ex situ (em logradouros) abordamos as características dos mamíferos, aves e répteis, os hábitos alimentares e a cadeia alimentar, a importância do balanceamento e adequação das dietas dos animais em cativeiro e a utilização dos recursos naturais, além da contribuição que cada animal dá para a vida natural.

Marcelo de Sá Gomes/Guia de Turismo-Gestor Ambiental

96-98136-8882 TIM e whatsApp

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.